quarta-feira, 31 de maio de 2017

São Pedro do Sul - Termas

Com mais de dois mil anos de história, as Termas de São Pedro do Sul contam já com inúmeros casos de sucesso e onde o regresso anual dos aquistas é uma realidade conseguida. São também as maiores termas a nível nacional e estão entre as maiores e melhores da Europa.
Estas águas medicinais são aconselhadas por vários médicos conceituados, que recomendam o tratamento termal ao invés do recurso ao consumo de medicamentos. A razão é, para além da melhoria significativa da mobilidade e diminuição de dores, a conquista da autonomia e auto-confiança dos doente e a diminuição do consumo de produtos químicos. A opção por um tratamento não agressivo, preventivo e sem efeitos secundários como a cura termal, levará a uma melhoria significativa da qualidade de vida.
Com uma média anual de 20000 aquistas, as Termas de São Pedro do Sul aliam as propriedades únicas da sua água à natureza esplêndida que envolta a cidade termal.
Rodeada pela Serra de S. Macário, Serra da Arada e pela Serra da Freita, em conjunto com o rio Vouga, transparece ainda mais a beleza natural e o ar puro existente em São Pedro do Sul.
Abertas durante todo o ano, as Termas de São Pedro do Sul colocam à disposição dois balneários termais – o clássico Balneário Rainha D. Amélia e o amplo Balneário D. Afonso Henriques, ambos modernamente equipados e com uma equipa técnica qualificada.
Quimismo da Água:
É uma água francamente mineralizada, que emerge à superfície a uma temperatura de 68.7º C, com um caudal aproximado de 10 litros por segundo, tendo um pH de 8.89 a 18º C.
Trata-se de uma água doce, com reacção muito alcalina, bicarbonatada, carbonatada, fluoretada, sulfidratada, sódica e fortemente silicatada.









































Praia Fluvial Poço da Broca

A Cascata do Poço da Broca é uma queda de água destacada pela sua beleza inigualável. Localiza-se na ribeira de Alvôco mais propriamente na Aldeia de Barriosa, em Vide. Esta pequena queda forma a agradável praia fluvial conhecida pela sua tranquilidade. É impossível ficar indiferente a este lugar resultante da intervenção humana. Esta magnífica paisagem resulta da intervenção direta do homem que há mais de 200 anos percebeu que se desviasse o curso da água esta seria melhor aproveitada para a agricultura. As zonas de difícil cultivo mais concretamente no xisto e em zonas onde os próprios rios formam curvas apertadas sofreram alteração. Nesse mesmo estreitamento dos rios com o uso de brocas abriu-se um corte. Assim as águas foram desviadas do seu curso e desta forma obtiveram-se terrenos agrícolas planos e com fácil irrigação. É nessa sucessão que a água cai a uns metros consideráveis formando desta forma um poço, daí o seu nome, “Poço da Broca”.